Possui graduação em Filosofia pela Universidade Federal de Alagoas (1993), mestrado em Filosofia pela Universidade Federal de Pernambuco (2000), doutorado em Letras e Linguística pela Universidade Federal de Alagoas (2007) e realiza pós-doutorado em Filosofia pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Atua como professor Associado III na Universidade Federal de Alagoas, nos cursos de Filosofia e Serviço Social. É Professor Permanente do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da Universidade Federal de Alagoas…

A CRISE DO CAPITAL E A INTENSIFICAÇÃO DE SUA NATUREZA DESTRUTIVA
Artur Bispo (org.)
A manifestação empírica da crise econômica em 2008 abalou as formulações alicerçadas na tentativa de petrificação e eternização do sistema do capital. A inércia das equações formuladas para deslocar as contradições inerentes ao referido sistema tem perpassado a economia mundial desde a década de 1970, quando da manifestação do esgotamento das políticas do Welfare State.

A CRISE DO CAPITAL E A INTENSIFICAÇÃO DE SUA NATUREZA DESTRUTIVA
Artur Bispo
A apreensão das vicissitudes que perpassam a anatomia da crise do capital na atualidade passa necessariamente pelo entendimento das categorias elucidadas pelo pensamento marxiano. O conceito de crise está essencialmente articulado ao conceito de capital, haja vista que o capital é contradição em essência, pois se move negando sua relação orgânica com o trabalho vivo.
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